Mais Indaiá homenageia Elvis Presley

Especial sobre o Rei do Rock terá uma hora de duração

 É possível arriscar que até quem não viveu em sua época o conhece. Com uma voz potente e um jeito extravagante de dançar, Elvis Presley ainda carrega o título de Rei do Rock. E não seria por menos, afinal o cantor é o maior recordista mundial em vendas de discos, com mais de 1 milhão e meio de cópias.

E para homenagear e relembrar a importância de Elvis, o Portal Mais Indaiá fará no dia 16 de agosto, data em que o cantor completa 33 anos de morte, um especial de uma hora de duração, chamado ‘A Hora Elvis’. Na ocasião o site irá disponibilizar uma série de publicações de textos, fotos e vídeos inusitados sobre a trajetória do cantor, com os mais diversificados temas.

A ‘Hora Elvis’ acontece nessa segunda-feira, às 16hs. O endereço eletrônico do Portal Mais Indaiá é http://maisindaia.com.br

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1ª Imersão em Dança Contemporânea de Indaiatuba

Nos dias 7 e 8 de agosto aconteceu a 1ª Imersão em Dança Contemporânea de Indaiatuba. O evento foi considerado um sucesso e os diretores da Estúdio em Cena – local onde foram realizados os workshops – já prometem uma 2ª edição no ano que vem.

Abaixo algumas fotos do evento.

Aula de Sandro Borelli

Aula de Sandro Borelli

Aula de Sandro Borelli

Aula de Sandro Borelli

Aula de Sandro Borelli

Aula de Sandro Borelli

Os diretores da Estúdio em Cena, Michelly Juste e Augusto Zacharias, abraçados por Sandro Borelli

Aula de Juliana Moraes

Augusto Zacharias, Juliana Moraes e Michelly Juste

Aula de Andrea Pivatto

Michelly Juste, Andrea Pivatto e Augusto Zacharias

Aula de Diane Ichimaru

Aula de Diane Ichimaru

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1ª Imersão em Dança Contemporânea

Decidimos deixar o nosso blog mais interativo. A partir de agora iremos postar diversas entrevistas com os nossos clientes.

Para esse primeiro vídeo contamos com a participação de uma pessoa muito especial, que desde o começo acreditou no nosso trabalho.

Convidamos vocês a conhecerem um pouco mais sobre a bailarina e proprietária da Estúdio em Cena, Michelly Juste. Nessa entrevista ela conta um pouco sobre um evento muito legal que vai acontecer nesse final de semana, em Indaiatuba: a 1ª Imersão em Dança Contemporânea.

Obs.: Ainda estamos em fase de adaptação, por isso pedimos desculpas por eventuais falhas! rs

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Quem não gosta de receber um elogio? Ainda mais se ele vier como forma de reconhecimento do seu trabalho.

Depois de pensarmos um pouco, decidimos dividir com vocês essa ‘homenagem’ feita pelo nosso colega Marcos Kimura, no jornal Tribuna de Indaiá.

Mais uma vez, muito obrigada! E conte sempre com o nosso melhor!

Kelly Juste e Yara Alvarez

 

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LFG Indaiatuba aumenta o número de cursos preparatórios e oferece semana gratuita

Alunos que desejam conhecer método de ensino podem fazer uma semana de aula grátis

A concorrência no mercado de trabalho está mais acirrada. As empresas buscam profissionais com vasta experiência e muito conhecimento, o que para os recém-formados são requisitos difíceis de preencher. E quem já saiu da faculdade há um bom tempo também encontra dificuldades na busca por um emprego, porque a cada dia os profissionais correm atrás de mais aperfeiçoamento.

Por isso que a garantia de estabilidade que o emprego público proporciona é, sem dúvida, a certeza de um futuro promissor. Mas para se sair bem nas provas dos concursos é necessário muito estudo, com ajuda e orientação de profissionais renomados.

Com um corpo docente reconhecido nacionalmente dentro do Direito, a Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes (LFG) – que está em Indaiatuba desde 2009-, trouxe para a cidade alguns cursos específicos para as carreiras Jurídica, Trabalhista, Fiscal e Diplomática. Uma boa oportunidade para quem está pensando em pleitear um cargo público federal ou estadual.

Desde segunda-feira, dia 2, a LFG passa a oferecer cursos para quem deseja ser um agente ou escrivão da Polícia Civil, trabalhar no Ministério Público de São Paulo, no Tribunal Regional Federal ou Estadual, além dos extensivos para a prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Com aulas didáticas, os professores sempre buscam levar para a sala de aula temas recorrente nas provas dos concursos públicos, como explica a aluna Rebeca Assad Pimenta Neves. “Os professores sempre abordam os temas mais corriqueiros e o que mais tem sido exigido dentro dos concursos. E todas as dicas que eles dão são realmente importantes durante a resolução das provas”, conta a advogada que já fez os cursos para a OAB, e atualmente faz o curso para o Ministério Público da União. Para todos os novos cursos, a LFG Indaiatuba oferece uma semana de aula gratuita a quem deseja conhecer o método de ensino, os professores, e até ter certeza sobre o curso escolhido.

Além dos cursos preparatórios, a LFG Indaiatuba oferece diversas pós-graduações, para quem almeja se destacar dentro da profissão escolhida. Os advogados podem escolher entre a pós em Ciências Penais, Direito Ambiental e Urbanístico, Direito Constitucional, Direito Eleitoral, entre outros.

Para os alunos que desejam se matricular em alguma pós-graduação, a LFG Indaiatuba promove de 9 a 14 desse mês a II Semana Aberta da Pós-Graduação. Serão oferecidos 14 cursos na area Jurídica.

Para mais informações sobre cursos, valores e horários das aulas, o telefone da LFG Indaiatuba é o 3318-0799, e o endereço: Rua Haiti, 45, Parque Boa Esperança.

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Estúdio em Cena promove 1ª Imersão em Dança Contemporânea

Profissionais de renome estarão na cidade para realizar aulas e debates

 A dança contemporânea está ganhando o seu espaço. De difícil definição, há quem opte por dizer que é justamente aí que mora o seu encanto. Não haver uma palavra-chave que a torne ‘explicável’ permite que o estilo seja mais explorado. Por outro lado, ele também é alvo de diversas críticas, que insistem em dizer que o contemporâneo, na verdade, não é dança. Isso porque, por possuir uma liberdade de expressão, muitos acabam a julgando como ‘isso ou aquilo’, e na verdade poucos sabem sobre sua história e origem. E justamente para se discutir um pouco mais sobre o tema, a Estúdio em Cena promove em agosto a 1ª Imersão em Dança Contemporânea de Indaiatuba.

Serão dois dias nos quais os participantes poderão ter contato com pessoas que respiram a dança contemporânea, como Andrea Pivatto, Diane Ichimaru, Juliana Moraes e Sandro Borelli. Além de um debate, cada um deles também irá propor algumas horas de prática.

A ideia partiu da bailarina e proprietária da academia Estúdio em Cena, Michelly Juste. Foi durante a faculdade que começou a se interessar um pouco mais pela dança contemporânea. E a partir daí não parou mais. Fez diversos cursos e jamais escondeu a sua paixão e predileção pelo estilo. “Acredito que hoje a dança contemporânea tem tomado rumos diferentes e existe uma necessidade muito grande de se explorar melhor este campo”, explica Michelly.

E a forma encontrada pela bailarina e empresária foi colocar o tema em debate. “O objetivo da 1ª Imersão é de estabelecer uma conexão entre as ‘diferentes’ formas de ver a dança, o que daria a oportunidade de esse ‘novo olhar’ chegar ao conhecimento de todos”, avalia.

De acordo com a bailarina, outro ponto a ser questionado é o fato da dança contemporânea, muitas vezes, perder seu formato nas competições. “Hoje tudo parece algo único; jazz lembra o contemporâneo e o contemporâneo acaba lembrando o jazz. O que muitos coreógrafos não se preocupam é com as famosas perguntas ‘o que?’, ‘para que?’ e  ‘para quem?’ Então coreografam uma música bacana, com um nome qualquer e um figurino mais ou menos, e o que vemos no palco?”, analisa Michelly.

A 1ª Imersão em Dança Contemporânea acontece nos dia 7 e 8 de agosto. Serão 13 horas de vivência no estilo, três horas de debate, e os inscritos ainda receberão certificado de participação. Para os bailarinos de outras cidades, a Estúdio em Cena irá disponibilizar alojamento. Mais informações pelo 3894-3860.

Profissionais da 1ª Imersão em Dança Contemporânea de Indaiatuba

 Andrea Pivatto é psicóloga, bailarina, professora e coreógrafa. Seu trabalho com dança contemporânea engloba também assistência artística e direção. Recebeu medalha de ouro como coreógrafa revelação do Festival de Joinville, e a Menção Honrosa no Passo de Arte, em 2001.

É diretora do Grupo Divinadança, além de professora em diversas academias de reconhecido mérito artístico, como Pavilhão D e Grupo Raça.

Diane Ichimaru, ao lado de Marcelo Rodrigues, fundou a Confraria da Dança, em Campinas/SP. Desde 1996 se dedica à criação e manutenção de espetáculos autorais, resultantes de pesquisa de linguagem e estética própria.

Acumula premiações da FUNARTE, da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, da Associação Paulista dos Críticos de Arte, da Cultura Inglesa Festival, entre outros.

Juliana Moraes é diretora, coreógrafa e intérprete. Cursou o Professional Diploma in Dance Studies, o Master in Dance Studies no Laban Center de Londres, e é graduada em Dança pela Unicamp.

Entre os prêmios e bolsas que recebeu, destacam-se: APCA de criadora e intérprete, Bolsa Vitae, UNESCO-Aschberg Bursaries for Artists, e Rumos Dança de Obras Coreográficas.

É doutoranda em Artes Cênicas na Unicamp e professora do curso de Artes Visuais do centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Sandro Borelli é criador, diretor e intérprete da Cia. Borelli de Dança. Ex-bailarino do Ballet Guaíra de Curitiba e do Ballet da Cidade de São Paulo, tornou-se coreógrafo independente no início dos anos 90.

Vencedor do 2º Prêmio BRAVO! Prime de Cultura, que homenageou os artistas e todos aqueles que se destacaram no panorama cultural do país entre agosto de 2005 e julho de 2006. Além disso, conquistou quatro prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

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Sapatilha, palco, caneta e papel!

Estar perto dos palcos é sem dúvida algo incrível. E para isso já não preciso mais ter as sapatilhas nos pés. Arrumei dois bons substitutos a elas: a caneta e o papel. A minha experiência como bailarina hoje me permite escrever com um olhar apurado e até mais sensível. Sei bem como é estar nas coxias, naqueles poucos minutos que antecedem a coreografia, mas que parecem não ter fim. Sei como é difícil receber uma crítica, mas o quanto pior é não receber nada. Por outro lado, também sei como é bom poder comemorar uma vitória!

Nesses dez dias em que estive, junto com minha amiga e sócia Yara, frente à assessoria de imprensa do 18º Passo de Arte, pude conhecer pessoas incríveis. Cada um com sua história, cada um com seu sotaque. Uns mais tímidos, outros nem tanto. Uns mais para o balé, outros mais para o contemporâneo. Mas todos, sem exceção, tomados por um sentimento único de paixão pela dança.

Difícil não se entusiasmar com a alegria juvenil de 15 paraguaias, que pela primeira vez estavam no Brasil para participar de uma competição. Me envolvi tanto com aquelas meninas, que no dia em que elas dançavam – plena segunda-feira, na qual estava simplesmente morta de cansaço – eu quis ficar até o fim para ver a premiação. E mesmo ali escondida, torci muito por elas. Mas detalhe, elas mereciam. Com a notícia de um 2º lugar, disfarcei um sorriso e fui embora para casa.

Também conheci a Rosana, dona do estande ‘Dança Maria’. Eu queria fazer uma matéria especial sobre o movimento da feira fashion, e resolvi entrevistá-la. Rosana tinha uma confecção de moda praia. Suas filhas já dançavam, e sempre que tinham alguma oportunidade pediam para mãe costurar alguma coisa relacionada à dança. Podia ser uma bolsa, um collant, o que fosse. Cada vez que as filhas de Rosana iam para a academia com algo confeccionado pela mãe, elas acabavam fazendo moda. Assim os pedidos começaram a surgir. Não demorou muito para que Rosana tivesse que trocar os biquínis por artigos de dança.

Alguns dias depois lá estava eu em busca de mais um ‘personagem’. Coloquei na cabeça que queria fazer uma matéria especial sobre os bailarinos que ficavam em alojamentos. Mas antes de ir até o Ciaei, local onde acontecia o evento, fui até o shopping comprar um brigadeiro. A chuva apertou, e quem me conhece sabe que o meu guarda-chuva só funciona em dias de garoa. Resultado: fiquei ilhada no Jaraguá. Não tendo muita opção, decidi ver o que estava passando no cinema. Só ia ver mesmo, afinal seria um luxo pegar alguma sessão em pleno horário comercial.

Fui surpreendida por um número considerável de bailarinos. Posso reconhecê-los com certa facilidade. Além do comportamento e do porte físico, os bailarinos do Passo de Arte usavam uma pulseira de identificação.

Sem ter muito que fazer, comecei a conversar com um grupo que estava bem ao meu lado. Incrível como o sotaque carregado das pessoas que moram no nordeste, e nesse caso em Natal/RN, é contagiante. De imediato quis saber onde eles estavam ficando e… bingo! Aqueles bailarinos, que haviam vindo de tão longe, estavam justamente em um alojamento.

Naquele momento achei que havia encontrado os ‘personagens’ que precisava. Marcamos uma entrevista para o dia seguinte, no teatro. Já com parte das minhas perguntas formuladas, me encontrei com Natalia, que dançou a vida toda em Mossoró, mas há dois anos estava em uma Cia de Natal. Em poucos minutos de conversa, já me vi não só conversando com a Natalia, mas também com o Caju e o Lucas. Cada um deles possui uma história curiosa que os levou até Passo de Arte, mas apenas Natalia participava da competição. Lucas e Caju foram acompanhar o grupo e aproveitaram para fazer um workshop.

A entrevista sobre a rotina e curiosidades do alojamento saiu, mas o que ficou foi a satisfação por ter conhecido pessoas tão atenciosas, que além de dominarem os palcos, também possuem uma carga teórica sobre a dança muito forte.

E as minhas andanças por pautas não pararam por ai. Observando o movimento quase que ininterrupto das barraquinhas de crepe e churros – que só de lembrar já me dão água na boca – achei que poderia ser legal saber um pouco mais sobre o famoso Juliano. No último dia, após as apresentações e aproveitando que o movimento estava mais tranquilo, fui finalmente falar com ele. Descobri que Juliano é apenas um ano mais velho que eu, já tem um filho e que foi parar no Passo de Arte ‘por acaso’.

Juliano é do Paraná, mora em São Sebastião da Moreira. Veio em junho para Indaiatuba, quando foi chamado para fazer um evento. Pela própria pessoa que o contratou, Juliano soube do Passo de Arte e não demorou em fazer o contato. E que sorte a nossa! Aliás, que sorte a minha, ao final da entrevista ainda ganhei um crepe! Queijo com bacon, esse eu ainda não tinha experimentado.

Entre tantos ‘personagens’, e tantas outras histórias, acabei percebendo que eventos como o Passo de Arte podem ser uma das boas oportunidades que temos na vida de conhecer pessoas. Além disso, pude voltar no tempo. Acho que uns 10 anos. Compartilhar emoções, vibrar e torcer. Mas tudo com um novo olhar. Um olhar mais tranquilo, mais maduro. Um olhar de quem já passou por tudo isso e que hoje só agradece por estar de volta… não com as sapatilhas, mas com as letras. 

Kelly Juste

Incom – Assessoria de Comunicação

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